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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

A invenção do Nordeste

Sudene

Para se entender a criação da Sudene, é necessário acompanhar o processo de "invenção do Nordeste". Essa parte do território nacional foi sendo identificada ao longo do tempo como aquela que periodicamente é assolada pela seca. E a seca é apresentada como uma tragédia: sabe-se que ela vai chegar, mas não há nada a fazer diante do destino inexorável...

As secas nordestinas vêm sendo estudadas desde o século XIX e já deram ocasião à formação de várias comissões propondo esta ou aquela solução. O primeiro plano de transposição das águas do rio São Francisco, por exemplo, data de 1818. Também já foi tentada a transferência dos nordestinos para a Amazônia, no fim do século XIX e nos anos 1940, quando se inventou o programa "soldados da borracha" para levar os flagelados da seca para lá.

Comissões e viagens científicas fazem parte da gênese do Nordeste. É importante citar as viagens dos médicos Belisário Pena e Artur Neiva, que em 1912 percorreram vários estados da região e identificaram as condições de vida das populações locais. Foram essas viagens que produziram as primeiras mudanças na forma de lidar com os sertanejos do país. Seu resultado foi mostrar a doença, e não o clima e a raça, como o principal entrave ao progresso do interior do Brasil.

O Nordeste como espaço territorial tem data de nascimento. Foi durante o Estado Novo que o IBGE criou a primeira Divisão Regional do Brasil, dividindo o território nacional em cinco regiões: Norte, Nordeste, Leste, Sul e Centro-Oeste. Com a valorização das regiões, instituída oficialmente em 1942, o Estado Novo procurava combater as oligarquias locais que dominavam os estados e buscava integrar as partes em um todo maior. O novo nacionalismo se baseava nas regiões e valorizava as diferenças geoeconômicas e socioculturais. A marca cultural de cada região recebeu amparo nos desenhos de Percy Lau – o seringueiro, a baiana, o vaqueiro do Nordeste e dos Pampas, o jangadeiro são figuras que passaram a povoar os livros de geografia a partir de então.

O Nordeste como espaço de identidade recebeu a contribuição do movimento regionalista de 1926, com Gilberto Freire à frente, e da geração de romancistas - José Lins do Rego, Raquel de Queirós, Graciliano Ramos entre outros - que nos anos 1930 passou a descrever em tom realista as condições de vida e os impasses da sociedade da cana-de-açúcar no litoral e da seca no sertão.

Seca, cangaço, messianismo, lutas entre famílias fundam a própria idéia de Nordeste. As obras de denúncia que desde os anos 30 falam da região trazem como personagens típicos o cangaceiro, o beato, o jagunço, o coronel, todas figuras de um mundo decadente mas que ainda resiste aos novos tempos.

Essa imagem de um mundo violento e cruel se fará presente, por exemplo, nos filmes O cangaceiro, de Lima Barreto (1953); O pagador de promessas, de Anselmo Duarte (1960), baseado em peça de Dias Gomes, que conquista a Palma de Ouro em Cannes em 1962; Vidas Secas, de Nelson Pereira dos Santos (1963), baseado em livro de Graciliano Ramos.

A idéia de Nordeste que vai se construindo é a de que aquele é o lugar do atraso, do rural, do passado que resiste às mudanças. Ao mesmo tempo, como contraponto, constrói-se a imagem do Sul como espaço do progresso, da indústria, do futuro.

Em 1952 e em 1958, novas secas atingiram a região. Tentou-se impedir que os nordestinos viessem para o Sul, mas eles vieram assim mesmo e foram participar da industrialização dos anos JK, que tornou São Paulo a maior e mais industrializada cidade da América Latina. Foram também compor a mão-de-obra que construiu Brasília. Nesse caso, foram chamados de candangos.

Uma versão "científica" dos problemas do Nordeste, principalmente da fome, já fizera entrada no panorama nacional através dos trabalhos de Josué de Castro. Mas foi com Celso Furtado que o Nordeste ganhou relevância enquanto objeto de uma política pública específica para a região, simbolizada na criação da Sudene.


Lúcia Lippi Oliveira

FGV-CPDOC

50 anos em 5: A Odisséia Desenvolvimentista do Plano de Metas

Convenção do PSD que homologou a candidatura de Juscelino Kubitschek à Presidência da República. 10 fev. 1955. Juscelino Kubitschek acena para o povo.
(CPDOC/FGV/arquivo Ernani do Amaral Peixoto/eap foto 095_4)

Antes mesmo de seu início, o governo de Juscelino Kubitschek enfrentou uma série de dificuldades. As adversidades políticas que marcaram o período entre sua indicação como candidato e sua posse como presidente não deixavam dúvidas quanto à ferrenha oposição que teria pela frente. O novo governo, fruto da aliança PSD-PTB, certamente seria hostilizado por adversários capitaneados pela UDN, para quem Juscelino e Jango representavam a continuação política do ex-presidente Getúlio Vargas . Parecia não existir possibilidade de meio termo para o novo presidente, e por isso mesmo o apoio da opinião pública seria a única forma de garantir sua manutenção no cargo. Era preciso ousar, e JK ousou ao anunciar seu programa de governo – 50 anos de progresso em 5 anos de realizações, com pleno respeito às instituições democráticas.
Juscelino Kubitschek inaugura as novas instalações da fábrica de caminhões Mercedes Benz. São Bernardo do Campo(SP), 28 set. 1956
(Arquivo Nacional/Agência Nacional)
Esse ideal desenvolvimentista foi consolidado num conjunto de 30 objetivos a serem alcançados em diversos setores da economia, que se tornou conhecido como Programa ou Plano de Metas. Na última hora o plano incluiu mais uma meta, a 31a, chamada de meta-síntese: a construção de Brasília e a transferência da capital federal, o grande desafio de JK. Não se pode dizer que essa fosse a primeira experiência de Juscelino de governar com base num plano de desenvolvimento. Guardadas as devidas proporções, como governador de Minas Gerais de 1951 a 1955, JK já tinha eleito o binômio energia e transportes como metas de desenvolvimento para a sua gestão.

Tanto o plano de governo mineiro quanto o Plano de Metas de Juscelino foram elaborados com base em estudos e diagnósticos realizados desde o início da década de 1940 por diversas comissões e missões econômicas. O último grande esforço de diagnóstico dos entraves ao crescimento econômico brasileiro fora feito pela Comissão Mista Brasil-Estados Unidos entre 1951 e 1953, ainda no governo Vargas. Os estudos da Comissão Mista, assim como os do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE) e os da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (CEPAL), indicavam a necessidade de eliminar os "pontos de estrangulamento" da economia brasileira. Tratava-se de setores críticos que não permitiam um adequado funcionamento da economia. A premissa do Plano de Metas, esboçado pouco antes da posse de JK por uma equipe do BNDE, era, assim, a superação desses obstáculos estruturais. As metas deveriam ser definidas e implementadas em estreita harmonia entre si, para que os investimentos em determinados setores pudessem refletir-se positivamente na dinâmica de outros. O crescimento ocorreria em cadeia. A meta de mecanização da agricultura, por exemplo, indicava a necessidade de fabricação de tratores, prevista na meta da indústria automobilística.
Palestra de Juscelino Kubitschek no Clube Militar. Rio de Janeiro, 21 jul. 1959
(Arquivo Nacional/Agência Nacional)
Para os analistas da época, o Brasil vinha passando, desde a década de 1930, por um processo de substituição de importações não-planejado, e a falta de planejamento seria a causa dos constantes desequilíbrios no balanço de pagamentos. O Plano de Metas pretendia suprir essa falta. A introdução de uma meta de consolidação da indústria automobilística no país tinha como objetivo, entre outras coisas, a redução planejada e gradativa da importação de veículos.

Talvez pela consciência que tivesse das dificuldades inerentes à burocracia estatal e dos obstáculos permanentes e inevitáveis impostos pela oposição, JK traçou uma estratégia de ação que se mostraria acertada com relação à administração e à operacionalização do Plano de Metas. Já na primeira reunião de seu ministério, em 1o de fevereiro de 1956, criou um órgão diretamente subordinado à Presidência da República, o Conselho do Desenvolvimento, que iria coordenar o detalhamento e a execução do plano. Tendo como secretário-executivo o presidente do BNDE, e reunindo todos os ministros, os chefes dos gabinetes civil e militar e o presidente do Banco do Brasil, o conselho constituiria uma administração paralela com autonomia de decisão suficiente para viabilizar a realização dos projetos. O conselho foi conduzido, primeiramente, por Lucas Lopes. Quando este deixou a presidência do BNDE para assumir o Ministério de Fazenda, em agosto de 1958, seu lugar foi ocupado por Roberto Campos, que permaneceu até julho de 1959. Dessa data até o final do governo, Lúcio Meira presidiu o BNDE e foi o secretário-executivo do conselho.
O Cruzeiro, n.27, 16 abr. 1960
CPDOC/FGV/r47
O Conselho do Desenvolvimento recorria a especialistas dos diversos setores previstos no Plano de Metas e também a economistas oriundos de órgãos do governo, como a Superintendência da Moeda e do Crédito (Sumoc). Atuava através de grupos executivos, aos quais cabia a responsabilidade pela concessão de incentivos ao setor privado para que as metas de que tratavam fossem atingidas. O mais conhecido de todos foi o Grupo Executivo da Indústria Automobilística (GEIA). A coordenação dos investimentos do setor público era atribuição do BNDE.
O Cruzeiro, n.27, 16 abr. 1960
CPDOC/FGV/r47
O Plano de Metas mencionava cinco setores básicos da economia, abrangendo várias metas cada um, para os quais os investimentos públicos e privados deveriam ser canalizados. Os setores que mais recursos receberam foram energia, transportes e indústrias de base, num total de 93% dos recursos alocados. Esse percentual demonstra por si só que os outros dois setores incluídos no plano, alimentação e educação, não mereceram o mesmo tratamento dos primeiros. A construção de Brasília não integrava nenhum dos cinco setores.

As metas eram audaciosas e, em sua maioria, alcançaram resultados considerados positivos. O crescimento das indústrias de base, fundamentais ao processo de industrialização, foi de praticamente 100% no qüinqüênio 1956-1961.
Ministro da Economia, José Maria Alkmim.
(Arquivo Nacional/Fundo Agência Nacional)
Ao final dos anos JK, o Brasil havia mudado. Muitos foram os avanços, e muitas foram as críticas à opção de JK pelo crescimento econômico com recurso ao capital estrangeiro, em detrimento de uma política de estabilidade monetária. O crescimento econômico e a manutenção da estabilidade política, apesar do aumento da inflação e das conseqüências daí advindas, deram ao povo brasileiro o sentimento de que o subdesenvolvimento não deveria ser uma condição imutável. Era possível mudar, e o Brasil havia começado a fazê-lo.


Suely Braga da Silva
FGV-CPDOC

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Literatura nos anos JK

Poesia concreta de Manuel Bandeira, 1958

Dora Rocha
Quando se iniciou o governo JK, na segunda metade da década de 1950, fazia algum tempo que não se identificavam novos movimentos ou correntes literárias no Brasil. Depois da rebelião modernista de 1922, início de uma liberação estética que rompeu com os códigos acadêmicos e subverteu a maneira de pensar e de escrever anterior, as polêmicas pareciam ter cessado, e os manifestos desaparecido. Tudo era permitido, e tudo era simplesmente moderno. Nos anos 30, assistiu-se ao amadurecimento das conquistas, seja na poesia, seja na prosa, com o romance regionalista e introspectivo; na década seguinte, a busca de rigor formal comum a um grupo de poetas fez com que fossem identificados como a "geração de 45". Depois disso, nenhum novo marco foi apontado, até justamente o ano de 1956, quando uma nova bandeira foi empunhada: a da poesia concreta. Como o modernismo de 1922, o concretismo não se restringiu à literatura, e teve a ver também com as artes plásticas.

É claro que o concretismo não foi a única manifestação literária da época. Ao longo dos anos 50, poetas das três gerações anteriores, esplendidamente representadas por Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto, continuavam a publicar e a ser lidos. E outros, também: Murilo Mendes, Jorge de Lima, Cecília Meireles, Vinicius de Moraes... Bandeira, o estreante de 1917 com A cinza das horas, lançava em 1954 sua biografia literária, Itinerário de Pasárgada, escrevia crônicas, traduzia e acrescentava à sua obra poética, Estrela da tarde (1958), documentando, segundo Ledo Ivo, "a última tentação de sua disponibilidade intelectual" ao incluir "experiências com a cognominada poesia concreta". Drummond, estreante em 1930 com Alguma poesia, atingia a maturidade na expressão de seu "sentimento do mundo" e recebia pleno reconhecimento da crítica e do público. João Cabral, o poeta da objetividade que se apresentara em 1942 com Pedra do sono, combinava rigor formal e preocupação social em Cão sem plumas, de 1950, e Morte e Vida Severina, de 1956.

Na prosa, também, nomes conhecidos continuavam a produzir: Graciliano Ramos, tendo já publicado seus grandes romances, que nos anos anos 60 iriam inspirar o cinema novo, lançava em 1953 Memórias do cárcere. Jorge Amado deixava para trás o romance ideológico e publicava em 1958 Gabriela, cravo e canela, primeiro de uma série de romances pitorescos sobre tipos baianos que alcançariam enorme sucesso. No Sul, Érico Veríssimo prosseguia com sua longa saga, O tempo e o vento (1949-1961). Fernando Sabino lançava um romance que marcou época: Encontro marcado, de 1956. Os anos 50 foram também o período áureo da crônica, que em alguns casos, como o de Rubem Braga, deixou de ser tópica para se situar a meio caminho entre prosa e poesia. Dois nomes, ligados ao romance e ao conto, alcançaram então o respeito da crítica, por sua obra extremamente pessoal e inovadora: Clarice Lispector, com Laços de família (1960) e Maçã no escuro (1961), e João Guimarães Rosa, que em 1956 publicou Corpo de baile e Grande sertão: veredas e passou a ocupar lugar central na ficção de vanguarda brasileira.

Do grupo dos concretistas, faziam parte um núcleo paulista, formado pelos irmãos Haroldo e Augusto de Campos e Décio Pignatari, e outro carioca, formado por Ferreira Gullar, Reinaldo Jardim – editor do Suplemento Dominical do Jornal do Brasil (SDJB) - e José Lino Grünewald. Valorizar a construção verbo-visual do poema, substituindo a estrutura frásica do verso por estruturas nominais capazes de estabelecer relações espaciais, era o projeto que unia a todos, ao menos no início, como o demonstravam as primeiras antologias Noigrandes (1952, 1955 e 1956), e o próprio SDJB. No fim da década, contudo, uma cisão separou cariocas paulistas. Enquanto Ferreira Gullar voltava ao verso e se dedicava a uma poesia politicamente engajada, o grupo paulista prosseguia com suas experiências. Depois de publicar o "Plano-piloto para poesia concreta" em Noigrandes no 4 (1958), os paulistas teriam na revista Invenção sua principal referência. Ambas as correntes teriam importantes desdobramentos ao longo da década de 1960.

Fundação Getúlio Vargas

Música brasileira nos anos 1950

Mônica Almeida Kornis

A renovação da música popular brasileira se estabeleceu em torno do ano de 1958 e ficou conhecida com o nome de "bossa nova". Segundo o poeta e crítico Augusto de Campos, a canção "Hino ao Sol" (1955), com música de Antônio Carlos Jobim, foi a primeira composição a se integrar, mesmo por antecipação, na nova concepção musical que iria se firmar três anos depois. Já então era intensa a movimentação musical na cidade do Rio de Janeiro, e despontavam alguns dos nomes que viriam a se consagrar nas décadas seguintes.

Incorporando à canção brasileira algumas manifestações da música popular estrangeira ¾ sobretudo ritmos norte-americanos como o do jazz e de algumas de suas modalidades como o be-bop ¾, a bossa nova trazia consigo não só uma nova forma de interpretação em tom intimista, mas também um novo ritmo e uma estreita integração entre a letra e a música das canções. Além disso, havia uma intenção de revitalizar a música brasileira retomando canções populares nacionais.

A indústria do disco em franca expansão logo divulgaria a produção musical dos maiores nomes desse movimento: o compositor Antônio Carlos Jobim ¾ que musicou versos do poeta Vinicius de Moraes ¾ e o cantor João Gilberto, que se tornava o intérprete mais importante da bossa nova. Nascido no Rio de Janeiro, o movimento de início se expandiu em apresentações em casas noturnas de Copacabana, na Zona Sul da cidade, até chegar, no fim da década, ao circuito universitário.

O disco Canção do amor demais (1958), da cantora Elisete Cardoso, é considerado o momento inaugural da bossa nova por ser todo ele composto por canções da dupla Tom Jobim e Vinícius de Morais, e sobretudo pelo fato de em algumas faixas João Gilberto acompanhar Elisete ao violão com uma nova "batida". A canção "Desafinado" (1958), de Tom Jobim e Newton Mendonça, introdutora da dissonância na música popular brasileira, é também uma das canções inaugurais do movimento. Faz parte do primeiro disco de João Gilberto, Chega de saudade, um sucesso de vendas.

A consonância da bossa nova com o espírito moderno que o governo Juscelino Kubitschek pretendia imprimir ao país levou o presidente a convidar Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Morais a compor Brasília, sinfonia da Alvorada, para que fosse executada na inauguração da nova capital, o que acabou, contudo, não ocorrendo.

Na conjuntura do fim da década de 1950, a expressão "bossa nova" tornou-se sinônimo de qualquer atitude ou manifestação identificada com o novo e o moderno. O próprio Juscelino Kubitschek, o homem que queria modernizar o Brasil, foi chamado de "presidente bossa nova"

Fundação Getúlio Vargas

JK - 50 anos em 5

Palestra de Juscelino Kubitschek no Clube Militar. Rio de Janeiro, 21 jul. 1959
(Arquivo Nacional/Agência Nacional)

Juscelino Kubitschek com o presidente do BNDE, Lúcio Meira, em visita às obras de Furnas. Minas Gerais, 17 out. 1959.
(Arquivo Nacional/Fundo Agência Nacional)


Apresentação do 1º caminhão FORD brasileiro. São Paulo, 1957
(Arquivo Nacional/Fundo Correio da Manhã)

Propaganda publicada na revista Manchete em 19 dez. 1959
(Acervo Ministério da Indústria e Comércio/CDI)


Juscelino Kubitschek e João Goulart com o presidente da Varig, Rubem Berta, e o chefe do Gabinete Militar, general Nelson de Melo, durante o vôo inaugural do Caravelle a Brasília. 28 set. 1959
(Arquivo Público do Distrito Federal/Novacap)

Juscelino Kubitschek inaugura as novas instalações da fábrica de caminhões Mercedes Benz. São Bernardo do Campo(SP), 28 set. 1956
(Arquivo Nacional/Agência Nacional)
Juscelino Kubitschek em visita ao submarino Humaitá. 28 ago. 1957
(Arquivo Nacional/Agência Nacional)
Fundação Getúlio Vargas

A pastoral americana - Fordilândia

Henry Ford tentou, sem sucesso, produzir borracha e utopias na Amazônia Carlos Haag Abril 2009 © Reprodução do livro Fordlandia, de Greg Gr...